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Archive for the ‘Sem Fronteiras’ Category

cursos-online_capacitacaoUse seu tempo online com cursos de especialização! E o que é melhor: gratuitos.

A dica em especial vai para os jovens que ainda irão entrar no mercado de trabalho. Que em muita das vezes foca mais em ter um diploma universitário. Por conta disso nem pensam num de Nível Técnico.

Ao se graduar como Técnico em muito dos casos terão um retorno financeiro muito maior que um com curso superior. Até porque nesse binômino – curso superior com salário alto – é quase vedado aos das Classes D e E. E creio até para a grande maioria da Classe C. Mas essa é outra história.

Com tanta tecnologia entrando no campo profissional há uma grande demanda por profissionais qualificados no país. Então, sigam por uma carreira de Nível Técnico. E paralelo a isso ocupe o tempo livre na internet com cursos que irão agregar valor ao seu currículo.

Atualmente apenas 6,6% dos brasileiros entre 15 e 19 anos frequentam cursos profissionalizantes. Em países desenvolvidos, o ensino técnico de nível médio é escolhido por cerca de 50% dos estudantes.” (Dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).

Segue os links de onde procurar os cursos que mais se adequem a profissão almejada:

Fundação Getúlio Vargas – http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos

Sebrae – http://www.ead.sebrae.com.br/lista-de-cursos/

Senac – http://www.firjan.org.br/site/anexos/educamais/banco_interesses.htm

Como puderam ver são instituições sérias, altamente gabaritadas, com aprovação internacional. Então, mãos à obra! Não percam tempo! Até porque como diz a máxima: “Tempo é dinheiro!” Seu bolso e o país agradecerão!

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profissionais-universitarios_destino-brasilUsei um termo tão em evidência atualmente – revalida – até para uma conotação muito mais abrangente. Indo do significado da palavra, em um deles que seria de legitimar, até no do uso atual em que tornariam a legitimar algo que ainda tem tudo para dar certo, que é o Projeto Rondon.

Daí porque em vez de trazer profissionais de fora, e que no caso são só os da área médica, por que não colocar todos os recém saídos das universidades, de todas as áreas, e até os do nível tecnológico, para irem trabalhar nos rincões desse país?

Não quero crer que seja porque o Projeto Rondon surgiu no período de Ditadura Militar no Brasil. Pois se isso consta como um projeto positivo dessa época se deve não apenas revalidar como também colocar em operação. Algo também positivo dessa época foi a Campanha com o personagem Sujismundo, que realmente “educou” o povo – em todas as classes sociais – em relação ao lançar lixos em qualquer lugar. Mais essa história eu já revalidei em outros artigos.

Cito o tal projeto até porque não precisaria de muita demora para colocar em ação. Toda a infraestrutura da papelada já existe. Ao meu ver bastaria vontade política de realmente fazer algo em prol da população ainda carente de recursos. Como também acho que é uma mão de obra com muita vontade de trabalhar também fora dos grandes centros urbanos. Mesmo que haja uma parcela que não queiram ir para a “roça”. Não dá para desperdiçar os que queiram ir!

E respondendo a pergunta que eu fiz – Por que o Governo não “Revalida” o Projeto Rondon?… Pelos políticos em geral, seria pelo medo de tornar o povo mais culto, até cientes dos direitos e deveres como cidadão brasileiro. Já que seria a Educação em todos os níveis chegando de fato a todos no Brasil. Indo dos hábitos de higiene pessoal a como administrar a própria casa. Por aí, numa visão bem simplista de tal projeto. Quero crer que não seja por ter sido “criação de milicos”… Até porque como bem disse Paulo Freire:

Não basta saber ler que ‘Eva viu a uva’. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

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A ideia não é minha, estou apenas abraçando-a. E qual seria? “A de que por um dispositivo legal – como uma redução nos Impostos -, os Empresários contribuiriam com pelos menos parte da corrida nos Táxi para Cadeirantes”. Para isso, se faz necessário que um Político abrace também essa ideia, e que a coloque em prática.

Como a proposta principal é incentivar que outros cadeirantes saiam mais de casa, mas sem esconder as dificuldades, mesmo que paradoxal, eu trouxe essa minha primeira vez usando os serviços da Especial Coop Taxi RJ, e que pelo preço da corrida, possivelmete será também a última vez! Foi aflitivo ver o taxímetro rodando! A cada virada, o preço ir subindo de R$ 3,00 em R$ 3,00. Com isso, aumentando o preço da corrida numa velocidade assustadora para quem ganha muito pouco.

Um tempo atrás eu divulguei aqui no blog essa cooperativa de táxi, como poderão ver aqui nesse post. Pesquisando pela tarifação, percebi que não seria para mim: é muito caro. Por conta disso, fui protelando em utilizar esse serviço. O que seria, e é uma pena! Já que me daria uma liberdade maior em sair mais de casa, e o mais importante: sem incomodar terceiros. Pois isso é algo que eu ainda tenho que aprender a digerir, e bem: pedir por ajuda. Evito o máximo. Não gosto de perceber uma má vontade, nem que o fizeram “por obrigação”. Enfim, seria muito bom poder usar esse tipo de táxi!

Porque nós, cadeirantes, também temos o direito à saídas para um lazer qualquer fora de casa. Dentro da nossa nova realidade, ter uma maior liberdade no ir e vir para esse fim, creiam: é um desgaste a menos. Proporcionando um prazer maior. Logo, um táxi como esse seria muito bem-vindo. Pude atestar ontem. Até pela cordialidade do motorista, o Sr. Roberto. Gentil e Paciente!

Então, para aqueles que podem pagar, eu recomendo. Usem e abusem desse táxi. Divirtam-se! Pois para mim, mesmo os táxis comuns já me fazem diminuir minhas saídas. Como eu disse: ganho muito pouco.

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Foi emocionante! Foi contagiante! Foi vibrante! Claro que minha auto estima subiu. Enfim, eu amei ter passado o Carnaval em Costa Azul, Rio das Ostras, RJ. Mesmo com os dias chuvosos, essas poucas horas passando, e parando para ver o Trio Elétrico da Coruja pela orla da praia, ficarão para sempre na memória.

A ida até lá se deu um por caminho muito bonito. Atravessamos uma serra com mais de 1100m de altitude – o gps informava. Fora uma opção para fugir do congestionamento que se seguia em direção a Região dos Lagos. Como não tínhamos pressa de chegar, essa escolha fora mais que acertada, pois o trajeto nos fazia deslumbrar paisagens lindas. Um caminho que gostaria de passar outras vezes mais. É a velha e sábia máxima: aproveitar o percurso.

Sem pressa, chegamos ao entardecer em Costa Azul. Chuva, o dia todo.

No Domingo, à tarde, a chuva deu uma trégua. Então fui conhecer dois Pontos Turísticos de lá. Além do calçadão da orla totalmente acessível: com rampas que sempre cobro – sem desnível. Esse trecho da praia tem uma vegetação que encanta. Algo que valorizo: preservação da natureza. Um dos locais que conheci foi uma escultura imensa de uma Jubarte. Uma bela homenagem a essa espécie! Vale muito a pena conhecer! Depois, conheci a Tocolândia – um Mercado Municipal. Também com acessibilidade.

E nesse trajeto, ao ir pedindo passagem, ia recebendo de quase todos: sorrisos, tapinhas no ombro, polegares para cima, beijos, além de palavras dando total apoio a minha presença ali entre eles. O que também se fazia crer que todos ali queriam curtir um carnaval em paz, sem estresse. Era um ambiente totalmente familiar. O incentivo que recebi desses foliões – a única cadeirante por lá -, veio também para continuar com esse blog. Que tem também o propósito de incentivar a outros cadeirantes a saírem de casa. Mesmo que seja no bloco do eu sozinho.

Os Foliões em Costa Azul nesse Carnaval 2011 também estão de parabéns por não terem jogado muito lixo na avenida. Pelo volume de gente, era pouquíssimo o lixo. Ah! Houve bastante homens “regando” as plantinhas da orla. Urinando, descaradamente, como também sem apreensões. Mas se têm um atenuante, seria as longas filas nos banheiros químicos.

SINAL VERDE! “Oh, abre alas, que eu quero passar…

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orkontro-rio_18-04-09E o segundo Orkontro no Rio de Janeiro aconteceu e foi muito bom!

No primeiro somente eu e a Rozzi comparecemos; conversamos muito. E deu o início da nossa amizade. O encontro se deu num quiosque na Praia do Leblon. Nesse segundo, além da Rozzi, conheci o Claudio e o Fabinho. E quem me levou foi meu sobrinho Neto. Adoro sair junto com ele, porque está sempre de ótimo astral.

O Claudio já estava nos esperando no CCBB (Rua Primeiro de Março). Onde vimos a Exposição dos Os Gêmeos. Como a Rozzi e o Fabinho ligaram avisando que chegariam mais tarde fomos almoçar no Al-Fárábi, na Rua do Rosário. Foi onde os dois chegaram.

Gente! Nossa mesa foi a última que guardaram. Já estavam esperando a nossa saída. Como ainda tínhamos o que conversar, propus irmos para o Bistrô do Paço Imperial. Eu e o Neto já tínhamos passado por lá antes do CCBB. Porque eu quis ver uma Exposição pelo “100 anos de Burle Marx”. No Bistrô foi a despedida desse encontro. Com a vontade de realizarmos outros.

Na foto da esquerda para a direita: Neto, Rozzi, Fabinho, eu e Claudio.

Valeu, e muito! Que venha logo um terceiro encontro.

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meus-amigos-de-sampaÉ! Até então era quase um sonho meio impossível de realizar. E que se concretizou mesmo com o convite do Rubens. Eu mesmo ciente que daria trabalho… enfim, aceitei. Lá fui eu rever meus Três Mosqueteiros, meus três grandes Amigos, como também conhecer outros.

A me esperar, no aeroporto, estavam o Rubens e a Criz. Ela passou o dia conosco. Conhecemos juntas, o primo, a sobrinha e a mãe dele. A D. Eny foi uma mãezona para mim. A Criz, foi como uma irmã. Aliás, ela e o Rubens são como irmãos muito queridos. Eu fui deliciosamente paparicada por todos!

Ainda nesse primeiro dia, já na parte da noite, eu revi o Zeka. Sempre com o seu sorriso encantador. Também conheci a Karín. Até então, nossas conversas eram por emails.

No dia seguinte, dois compromissos, intercalavam o passear por Sampa. Um, era rever o Paulo. Haja coração! Pois estaria nós quatro novamente reunidos no real. Nem dava para acreditar. O nosso primeiro encontro, fora com eles vindo aqui. E então, nesse segundo, fora eu ao encontro deles. Como bem notou o Zeka, o primeiro se deu num feriado da Independência, e esse de então, aconteceu nos jardins do Museu do Ipiranga. Nesse encontro, conheci a Samanta.

Na parte da tarde, Rubens e Zeka me levaram ao Orkontro. No CCSP. O primeiro a vir ao meu encontro, foi o Wolf. Foi emocionante o modo como me recebeu. Depois o Koshiro. Também já veio de braços abertos, e sorrizão. Depois o Professor João Paulo. Um doce de pessoa. A Criz. O Baultzer com a esposa. O Eidi; um jovem muito simpático. Ah! Também conheci a Érika, a filha do Wolf. Uma lourinha muito simpática. E chegou o Junior. Um amigo muito querido. Que é conhecido por um nick no Orkut; uma identidade secreta. Por último a chegar, o Eduardo. Muito simpático, também!

Após o Orkontro, fui conhecer uma prima do Rubens. A Lê. Uma também fã de Cinema. O encontro foi numa Pizzaria. A Criz também nos acompanhou. Muito bom tudo!

O Xavi, eu conheci no dia seguinte, no Museu da Língua Portuguesa.

E na segunda… era chegada a hora das despedidas… o Rubens e a Criz, também estiveram comigo nessa… O coração já apertado, já com saudades de todos, de tudo… é, não deu para segurar as lágrimas… O que deu um pouco de alento, foi que o Rubens já avisando que virá aqui 🙂 esse cumpre mesmo.

Valeu demais! Qualquer hora dessas, a gente se reune novamente! Amei, amo vocês!

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