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Archive for the ‘Pit Stop’ Category

amei-o-som-do-meu-coracaoNão sendo tão emergencial, me vejo antes saber se há acessibilidade ao ligar para marcar algum tipo de exame. Até porque nos últimos consultórios que eu fui, ou fui atentida no corredor, ou foi preciso fazer várias manobras para que a minha cadeira conseguisse entrar na sala do médico. Feito isso…

Ontem fiz pela primeira vez um Ecodopler do Coração. Eu já tinha feito um das Pernas. Sendo que dessa vez foi a pedido do Médico de Genética. Uma nova tentativa em ter um diagnóstico definitivo, pois até agora só provisórios. Agora, em ambos os resultados foram positivos: circulação do sangue e coração tinindos. O Cardiologista que fez o exame de ontem falou. Mas depois eu li o laudo. Como também em ambos o meu Sobrinho quem me levou de carro. Show!

No Eco das Pernas eu pedi para ouvir o som do meu sangue, mas confesso que não gostei. O som do sangue circulando pode até ser usado como trilha incidental em Filmes de Terror…rs  Mas o som do meu coração eu amei! Ele acalanta… Gostei muito de ouvir, muito mais que vê-lo pelo monitor do aparelho. Pena o resultado não ter em CD para ouvi-lo outras vezes mais.

Amei, amei, amei!

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7 de Novembro de 2011. Dois anos se passaram… Por tudo, ainda estou nessa de comemorar. Mesmo sendo só importante para mim. Ainda não estou banalizando esse feito. Então, é mais do que comemorar mais um ano de vida, é estar indo para o terceiro ano morando sozinha. Ainda meio que remando contra a correnteza, eu parabenizo a mim mesma!

E fazendo um pequeno balanço desses dois anos…

Casa… Obras que eu queria fazer, ficarão para frente. A grana continua bem curta. Muito curta mesmo. Assim, como ainda não deu para rebaixar a pia, troquei a torneira. Falarei dela noutro post, porque tem estória ai. Ainda pela cozinha… Ganhei de uma prima um armário que eu vinha namorando desde que vim morar aqui: por ser caro 🙂 Também terá um tópico único. No meu quarto, diminui a bancada. Agora com o notebook não preciso mais de toda aquela bancada ocupando muito espaço.

No texto do primeiro ano escrevi que de familiares/primos não tinha vindo ninguém. E que por conta disso não criaria mais nenhuma expectativa. Bem, nesse ano vieram alguns primos 🙂 Já dos amigos 😦

Tenho ficado mais cansada com o serviço de casa, o que me levou a ficar mais tempo sem ir nas mídias sociais e nos outros blogs. Ainda não consegui balancear: casa e internt.

Ah! A antena para pegar a tv Globo pode finalmente sair da jaqueira. É que agora tem a Globo na OI TV. Melhor que isso é que com a entrada dos canais da Globo Sat, eu poderei finalmente ver a série de tv House que tantos elogiavam.

Então é isso! Remando com mais força para vivenciar esse terceiro ano que chegou!

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Eu ainda vou escrever sobre esse meu Lado B: Crítica de Filmes. Algo que veio quase às vésperas de ficar Cadeirante. Agora quero mesmo é falar desse fato: minha Coluna no Confraria de Cinema fechou o mês de Agosto em 1º Lugar. E o porque de registrar esse feito vem também por receber muitas críticas ao meu jeito de escrever sobre um filme. De prolixa a não me fixar em detalhes técnicos. Não estou criticando esse tipo de crítica, e que ganhou um episódio no final de Agosto.

O lance é que não tenho qualificação técnica para um texto mais especializado. Nem nunca menti, ou omiti isso. Eu me sento diante de um filme, e depois escrevo o que ele me fez sentir, como também o que me levou a observar. Tem sido nesse curto tempo que passei a escrever sobre filmes que venho aprendendo um pouco sobre os detalhes técnicos. Uma quase autodidata.

Como também não gosto de cortar o fluxo do meu pensamento, um texto pode sair bem longo. Outros, saem curtos. Mas são tão meus, meio que num tom de crônica, que nem tem como dizer que plagiei. O contrário já aconteceu: de plagiarem meus textos. E os tais textos voltados para uma análise mais técnica, acabam parecendo uma cópia em série. Às vezes eu até me pergunto em quem teria escrito o primeiro de onde os demais plagiaram. Isso é algo que não me permito fazer. Quero que de fato e de direito meus textos levem a minha assinatura.

E até por não estar tendo um rendimento, tudo tem que correr de forma prazeiroza. Como também por eu ter outras obrigações, o tempo dedicado à internet precisa ser dividido entre escrever e prosear apenas. O que me leva a não querer fazer um segundo texto de um outro já pronto. Pois me tomaria mais um tempo, até por eu digitar devagar. Assim, sites como o Confraria de Cinema eu gosto de participar. Por ir lá e publicar meu texto na íntegra. Do jeito que o publiquei no Cinema é a minha praia!

Entrei na Confraria de Cinema em Maio, e logo fui conquistando um público para meus textos. Da Coluna ficar entre as mais lidas. E agora sim, plagiando um certo comercial: esse primeiro lugar não tem preço! Com isso, um Muito Obrigado a Todos que me deram essa alegria! Valeu, Gente!
Saudações Cinéfilas,
Valéria Miguez (LELLA).

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Como sempre estou em atraso com esse Blog. Mãos à obra para mais uma atualização. Contando um pouco da vinda de uma amiga muito especial: a Criz. Onde tentei dar a ela uma visão de um Rio que não sai muito na mídia. Até pelo o que ela está cursando, a carioca aqui fez força sim para que visse que essa cidade ainda é maravilhosa. Além do prazer de estar novamente perto dela!

Um pouquinho da Criz… Eu a conheci numa já extinta comunidade no Orkut. O jeito dela falar/escrever, a mim parecia ser de uma menina levada da breca, mas super antenada. Pensei: ‘Essa, é das minhas!’. Inteligente. Alegre. A amizade foi crescendo a ponto de querer conhecê-la. O que aconteceu na minha ida a Sampa. E lá ela foi incansável! Acompanhando a mim e o Taz nas visitas aos logradouros da cidade. Desde o dia em que por lá cheguei até a hora do embarque para o Rio. Deixando um pouco de lado: marido e filhos. Para além da agradabilíssima companhia, me deu um tipo de suporte técnico. Como uma ida ao banheiro… Enfim, foi nota mil!

Criz, você mora no meu coração para sempre. És uma Amiga em todos os sentidos que essa palavra representa.

Então nessa vinda dela ao Rio seria a segunda vez que nos veríamos ao vivo.

Ficou hospedada na minha casa. O que nos deu mais horas de longas conversas. Chovia muito no Rio. Mas o Rio nos brindou com um lindo dia ensolarado quando saimos num tour pela cidade, numa bela homenagem a nossa ilustre visitante.

Um Orkontro foi marcado para que outros também tivessem o prazer de conhecê-la. Mas… Enfim, fomos nós quatro: Criz, Rozzi, Rita e Eu. E foi muito bom! Eu mesma não conhecia alguns lugares onde fomos. Pontos Turísticos e uns que já estão tão integrados à rotina da cidade que o carioca nem repara. Se bem que isso é algo universal. São poucos os que curtem o percurso. A grande maioria só pensa no ponto de chegada. E a Criz, assim como eu, curte até os detalhes das fachadas dos prédios. É a História do local!

Como ambas – Criz e Rozzi -, tiraram muitas fotos eu trarei as dos logradouros em separados. Por termos feito um Turismo Urbano. Por aqui um resumo do nosso roteiro nesse dia: Avenida Brasil; Sambódromo; Avenida Presidente Vargas, com a Central do Brasil, o Campo de Santana; Bairro de Fátima; Escadaria do Selarón; Museu da Chácara do Céu; Parque das Ruínas; Parque e livraria do Museu da República, onde o Museu do Folclore e o da República estavam fechados; Parque do Flamengo; Enseada de Botafogo; Avenida Atlântica; Forte de Copacabana. E na volta um giro pela Cinelândia; Arco dos Teles; Paço Imperial. E como já está virando tradição: encerramos no Bistrô do Paço. Em alguns lugares nós paramos. Noutros, o pipocar de fotos foi mesmo de dentro do carro.

Durante o passeio teve micos e flagrantes.

Os micos ficam para as nossas conversas em particulr. Abafando por cá 😀 Mas deixando um dos flagras que rendeu boas risadas. Esse da foto em destaque, comigo e a Criz. Embora possa parecer que estou levando numa marmitinha o que sobrou do lanche, eram Brownies que a Criz comprou para comermos em casa. Mas que a Rozzi não conversou: tirou a foto.

Creio que a Criz levou uma imagem melhor do Rio. Que não é a que aparece tanto na mídia, as quais mostram muito mais os problemas que toda cidade grande possui. Umas mais, outras menos. E como mesmo a Criz falou: o Rio não é só praias. Há um grande acervo de prédios históricos, de Cultura… onde num dia só não dá tempo de ver tudo. O clima foi em alto astral. Mesclando conversas culturais com papos bem informais.

José Luiz, o motorista! É! Ele é merecedor de ser citado, e homenageado. Como bem disse a Criz, aguentou as gralhas -nós falando o tempo todo -, e com muito bom humor! Está na foto conosco; na do meio, no alto. Ele é Dez, Nota Dez!

E a Criz já prometeu que em Outubro estará de volta. Oba! Além de rever essa minha grande e caríssima amiga poderei mostrar outros lugares do Rio. Quem sabe até de cidades próximas a capital.

CRIZ, contando os dias! Te adoro, amiga!

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my-junglePois é, por conta de vizinhos barulhentos minha jungle não é mais um paraíso. Fica difícil de entender porque essas pessoas levam a neurose da cidade grande – barulho ensurdecedor – para locais bucólicos.

Parece que têm medo de ouvir seus próprios pensamento! É tão energizante ouvir o silêncio da mata.

Como também é prazeiroso ouvir o canto dos pássaros. Da algazarra deles na hora de tomarem banho num chuveiro numa extensão do ladrão da caixa d’água. Ou deles  se deliciando com as frutas deixadas nas árvores para se alimentarem.

Além dos pássaros, há os esquilos, os miquinhos… que sabem que dentro dos nossos limites eles podem viver livremente. Onde também se reproduzem. E alguns pássaros até fazem seus ninhos bem próximo a nossa casa ciente que não serão pertubados. Depois, vê-los ensinando os filhotes a voarem, é algo que não tem preço!

Mas com esse vizinhos barulhentos – onde um deles até coloca o som em amplificador -, nós – moradores que adoramos esse contato com a natureza assim como os animais silvestres -, somos constantemente bombardeados com o som muito alto vindo das casas desses vizinhos. Uns terroristas!

Há quem passe pelos bosques e veja apenas lenha para as fogueiras“. (Tolstói)

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begoniaCom o tempo maior sentada… os pés inchando… Para até um desencargo de consciência lá fui eu procurar um angiologista. Além de uma medicação por um curto período (1 mês), passou exames de sangue rotineiros e um ecodopler das pernas. Esse o resultado deu: sem o menor risco de trombose. Viva! Os do sangue, os resultados também foram excelente. Um Viva 2!

Mas porque eu estaria contando se deu tudo ótimo? Bem, o inchaço ainda continua. E eu ainda não levei os resultados para a Doutora. Ah! Já ia me esquecendo. Ela também receitou aquelas meias de compressão… Comprei, mas não houve jeito de eu conseguir calçar aquilo. É uma tortura!

Há um outro motivo! E esse é eu deixo o registro até para ver se irão resolver. O Laboratório onde fiz o exame de sangue tem a porta estreita. Tive que ficar no corredor. Ele fica dentro da Casa de Saúde Santa Therezinha, Tijuca, Rio de Janeiro.  Não sei se conto também da barata que eu vi dentro da salinha onde não deu para entrar…rs Ainda bem! Mais um item para que resolvam: limpeza nas saletas. E também colocar mais enfermeiros para ninguém mofar na fila.

E se a begônia vermelha lhes deixaram curiosos por estar inserida nesse texto… É que na volta para casa eu não resisti a sua beleza… Comprei um vaso. Como também vários vasinhos de violetas, que eu também gosto! Mas o vermelho vivo das flores da begônia parecia pedir para vir comigo. Lindíssimas!

Ah sim! Grata ao meu Sobrinho por ter me levado! E ao Chefe dele, o Marquinhos, por tê-lo liberado na parte da manhã! Valeu! Ambos são Nota Dez!

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