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Posts Tagged ‘Preconceito’

estados-unidos-se-rende-ao-futebol_copa-2014Em terras do Tio Sam até já houve uma Copa do Mundo, mas pelo jeito foram preciso vinte anos para os Estados Unidos em fim se renderem ao Futebol, ou ao Soccer. E a cada partida da Seleção dos Estados Unidos a audiência vem aumentando. Chegando a ultrapassar as das transmissões de esportes já consagrados por eles. Levando também a grandes aglomerações em vários pontos dos Estado Unidos com uma torcida apaixonada vendo pela televisão os compatriotas jogando em campos brasileiros. Até a torre do Empire States entrou nessa torcida.

Agora essa nova paixão dos estado-unidenses parece estar incomodando alguns “nativos” dizendo ser culpa dos imigrantes. Caramba! Um pensamento no mínimo preconceituoso. Mesmo se valendo da 1ª Emenda da Constituição… Além de racista não fizeram lição de casa. Primeiro, no tocante a imigrantes. Depois num provável do porque os Estados Unidos se renderem ao Futebol.

Pois é! Esses incomodados parecem desconhecer a História do próprio país. E mesmo que estejam pensando numa população mais recentes – de um aumento dos novos naturalizados -, não estão dando créditos a adesão ao Futebol por parte dos estudantes. Pois já há algum tempo que esse esporte, o Futebol, tem ganhado espaço nos gramados colegiais e universitários.

Bem não sei se essa população mais nova em idade também está contagiando a população de mais idade. Um deles já mostrou a adesão: O presidente Obama acompanhando o jogo da Seleção dos Estados Unidos enquanto se deslocava pelo país a bordo do avião.

E como tem jogo com essa Seleção hoje: enfrentarão a Bélgica por uma vaga para as Quartas de Final da Copa 2014… Tomara que conquistem a vaga! Aumentando cada vez mais os torcedores por lá para o US Soccer Men’s National Team! Além de rivalizar com os que estão desqualificando esse esporte. 

Os ideais de um povo não estão apenas num campo de batalha. Suas cores também podem ser defendidas num estádio.” (Campo do Sonhos, Filme).

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direito-de-escolher-o-destino_mulherO Fato: Nigéria, 2014 – Religiosos sequestraram jovens em sala de aula por não admitirem que as mulheres estudem. Indo além em as violentarem sexualmente, como também que irão vendê-las como escravas para alguém que reze do mesmo credo.

Quando tomo conhecimento de fatos como esse, de pronto penso: “Em que século estamos?“. Para logo em seguida no porque de tanta intolerância. De tamanha prepotência de se verem como dono de tudo e de todos. Da violência em suas atitudes. E a pergunta que não se cala nunca: “O que a ONU irá fazer?”. Lavar as mãos? Pois quem viu o filme “O Jardineiro Fiel” (2005) teve uma ideia de que se não envolve petróleo… ela não se envolve. Um outro filme que também emociona nos levando para um outro ponto da África para acompanharmos a determinação de uma menininha em querer estudar numa cultura machista, é “E Buda Desabou de Vergonha” (2007).

Mesmo que seja um grão de areia em meio a um mar de radicais da religião em questão… urge algum tipo de intervenção pela própria ONU a esses países. Não deixem apenas nas mãos da Anistia Internacional e de Grupos Civis. A intolerância e mesmo a violência contra as mulheres precisa de uma “lei maior” para que também haja uma punição a essas culturas machistas para que pelo menos diminua, e não aumente como vem acontecendo atualmente.

E um outro fato, que mesmo não tendo o teor de perversidade das jovens nigerianas… Mas que também mostra a intolerância no acesso aos estudos sendo que dessa vez no Brasil. Tudo por conta de que o Estado impôs a calça comprida como uniforme. Não dando a opção de se usar saia, como era num passado recente. A mulher em questão alegou que não é proibição da religião, mas por não gostar de usar calça comprida. Analfabeta até seis anos atrás por conta da proibição, se vê agora aos 34 anos de idade impedida de continuar seus estudos por normas da Secretária Estadual de Educação. Mesmo que seja para dar uniformidade aos estudantes… a saia pode voltar a fazer parte do uniforme escolar. Até lá, uma sugestão que eu daria a essa aluna: que levasse uma saia para colocar após às aulas. Já que se não concluir essa parte dos estudos será ela a prejudicada nessa contenda.

Enfim, que todas essas pedras sejam removidas do caminho das mulheres para:

Que Todas as Mulheres Tenham o Direito de Escolherem o Próprio Destino! E em Paz!

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daniel-alves_e_neymar

Daniel Alves e Neymar. Foto de Manu Fernandez.

Agradar a todos é missão impossível! Mas estão alguns – muitos – sendo radicais demais em até procurar detalhes para ver defeitos na campanha publicitária com a hashtag “#somostodosmacacos“. Quando poderiam era visualizar o todo. Que foi colocar o assunto – racismo em campo – em âmbito mundial. Só por esse detalhe ela foi válida sim. E até rendeu uma punição importante logo em seguida: vide Daniel Sterling. Sem esquecer do caráter educacional do gesto de Daniel Alves. Sendo assim: Neymar, Valeu!

Como tudo começou: Um pouco antes do episódio com o jogador Daniel Alves, o Neymar já cansado com o racismo que vinha sofrendo – inclusive de imitarem gestual de um macaco quando ele entrava em campo -, contratou uma agência publicitária, a Loducca, para criarem uma campanha chamando a atenção de todos nós para o racismo que vem ocorrendo em campo. Não apenas com ele, mas outros mais que também vinham passando por isso. Dai o episódio do Daniel ter caído como luva. E do tipo: nem dá tempo pra pensar. Era aproveitar o momento. Isso é te timing!

Então, mesmo por linhas tortas… A publicidade correu mundo. Alcançou o objetivo. E deixando muitos em alerta e até torcendo para que mais punições venham. Gente! O próprio Daniel declarou que isso precisava ter punições e já para inibir outros mais. Até porque esperar que o racismo acabe no âmbito geral… Nem uma muito planejada publicidade conseguirá.

Então, a campanha “#somostodosmacacos” foi válida sim!

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disfarcando-a-negritude_perguntaSem tirar os méritos da punição a Donald Sterling pois não é esse o assunto. Fico é na curiosidade do que ele pretendia com a proibição dada a namorada, a V. Stiviano. Que é negra, e assume a sua negritude. Como poderão ver no diálogo abaixo, que mesmo intencionalmente gravado por ela, em algum momento seria exposto sua negritude:

– Você tem que ser uma garota branca delicada.
– Você está apaixonado por mim. E sou mexicana e negra. Quer você goste ou não.”

Pois é! Pelo o que eu li, ela gravou sim as conversas, mas pelo o que parece a intenção seria para atingir a esposa de Sterling que move um processo contra Stiviano. Enfim…

Não sei quando ela “vazou” as gravações para o programa TMZ. Nem o quanto em tempo de conversas gravadas. Agora, o programa se viu no direito de mostrar o que lhe dariam mais audiência. Que com toda a repercussão mundial que teve o episódio com o jogador Daniel Alves, lógico que o TMZ descartaria a “guerrinha esposa x amante“, e divulgaria o racismo de Sterling. Algumas das frases de Sterling para Stiviano:

[“Me incomoda bastante que você queira divulgar que está se associando a pessoas negras. Você precisa mesmo fazer isso?

Você pode dormir (com negros), fazer o que quiser. A única coisa que peço é que você não promova isso. E não os traga aos meus jogos

Só estou dizendo que, neste seu Instagram de merda, você não precisa estar acompanhada de um negro

Não o coloque (Magic Johnson) no Instagram para o mundo todo ver e as pessoas me telefonarem. E não o traga mais aos meus jogos”]

Claro que cabeça de uma pessoa racista não se explica. Mas se assume publicamente o namoro com uma pessoa negra fica a curiosidade de porque proibi-la posar com quem não fosse brancos. Não estou sendo preconceituosa.  E como dizia um bordão de um antigo programa de televisão… “Não precisa explicar; eu só queria entender!

E se alguém atirou no que viu, mas acertou no que não viu… O TMZ fez uma cesta de três pontos!

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Guga-Kuerten_Daniel-Alves_bananaO que Guga Kuerten e Daniel Alves teriam em comum? Antes de mais nada é a elegância. Que não está relacionado com roupas, indumentárias. São atitudes, posturas elegantes. Que passam a ser exemplos para muitos. São esportistas no sentido pleno da palavra. O mundo precisa de mais gente com esse tipo de comportamento: elegância e delicadeza nos gestos. Depois, que ambos tiveram em seus destino uma fruta meio estigmatizada: a banana.

Guga Kuerten além do carisma, de uma simplicidade, de atitudes que o mostrava como um cidadão de fato, surpreendeu o mundo do tênis comendo bananas nos intervalos dos jogos. Foi um belo exemplo que esse brasileiro transmitiu principalmente aos mais jovens que teriam como complemento para mais vigor e força muscular comendo uma fruta que até então era meio desprezada. Como se a banana fosse um alimento da mesa dos pobres. Guga então colocou a banana não apenas nas academias, como também no cardápio das classes mais abastadas.

Passado um tempo… a banana tem tido destaque na mídia, mas dessa vez em gestos bem preconceituosos. Em atitudes de teor nazistas. Fazendo da banana um símbolo para desclassificar pessoas pela cor da pele. Quadro deplorável em se ver com frequência atualmente. Bem, para esses racistas: à pena da lei. Até para que sirva de exemplo.

Agora, merece mesmo todas as vozes solidárias ao ato sofrido pelo jogador Daniel Alves durante uma partida de futebol no Campeonato Espanhol, neste domingo. Como também merece aplausos a resposta que esse brasileiro deu a quem lhe atirou bananas da arquibancada. Antes de cobrar um escanteio, o jogador se abaixou, pegou uma das bananas e comeu. Em seguida, fez a cobrança dando prosseguimento ao jogo como se nada tivesse acontecido.

Infelizmente é uma guerra perdida até que se tomem medidas mais drásticas”, afirmou o jogador.

Algo já foi feito em campo. Fez muito bem o Juiz em campo ter registrado em súmula o racismo o qual sofreu o jogador. Até para conter a torcida em não fazer mais isso. Quem vai assistir a um jogo não está indo para um campo de batalha. E é o que me leva a uma outra torcida. A de que recebessem bem a todos os que forem assistir aos jogos da Copa do Mundo. Que os brasileiros contrários a realização desse evento entendessem que se for para fazer uma manifestação mais violenta que ela seja nas feita nas urnas, e até antes das Eleições desse ano trazendo a público o que foi feito de errado e com isso tirando os votos dos que teriam uma possível reeleição. Essa é a melhor arma a ser usada. Com isso se portando com elegância e não impedindo, nem intimidando os que irão aos estádios.

bananasE além da elegância ao “responder” ao racista, o Daniel Alves repôs a energia em campo ao comer a banana que lhe foi atirada. Por ser a banana rica em potássio, que contribui para o bom funcionamento do sistema muscular, além de prevenir o aparecimento de câimbras durante uma intensa atividade física. Possui ainda frutose e amido que são transformados em energia sendo indicada para atletas e praticantes de atividade física em geral. O potássio neutraliza a ação do excesso de sódio (encontrado no sal) no organismo, ajudando assim a pressão sanguínea a ficar em níveis controlados, e também a impedir a ocorrência do AVC (Acidente Vascular Cerebral). Além disso, a fruta é uma rica fonte de vitamina B6, vitamina C e fosfato. Tendo fibras que ajudam a diminuir o nível de colesterol no sangue.

Sejam muito Bem-vindos os que querem assistir a Copa do Mundo 2014!

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Martin Luther KingHá 50 anos, mas precisamente em dia 28 de agosto de 1963, Martin Luther King fez um discurso que fez a diferença do século XX: “Eu tenho um sonho!“. Durante o evento Marcha de Washington pelo Trabalho e pela Liberdade. Nele, ele defendeu a igualdade de direitos para todos. Tornando-se um ícone da luta pelos direitos humanos.

A verdadeira medida de um homem não é onde ele se coloca em momentos de conforto e conveniência, mas onde ele se posiciona em momentos de desafio e controvérsia.” (Martin Luther King)

Se a tecnologia avança a passos largos, o mesmo não se pode dizer da igualdade de direitos a todos os cidadãos também além das fronteiras dos Estados Unidos. O mundo ainda alimenta muitos guetos. Mais! Numa de se sentir superior baseando-se na aparência física de alguém. Preconceitos, discriminações… pela pele, pela classe social, pela sexualidade… deveria ser algo do passado e não ainda ser mantido no presente da História da Humanidade.

E para esse mundo tão elitista, tão segregatório… para nós os “diferentes”:

Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito.” (Martin Luther King)

(Martin Luther King, 15-01-1929 / 04-04-1968)

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