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Posts Tagged ‘Impacto Ambiental’

a-economia-de-servicos_em-pautaAtualmente a Economia de Serviços vem substituindo a de Economia de Fabricação em alta escala, e num crescente. Num resumo seria: os call centers versus os robóticos. Sim! Porque a mecanização já vinha tirando a vaga do trabalhador humano há algum tempo.

Por detrás, escondem uma acumulação de fortunas impressionantes, a erosão de muitas comunidades, sem uma responsabilidade sócio-ambiental, a precarização do trabalho e o consumismo. Esse último, em especial, vem também como fonte de alimentação dessa cadeia somente produtiva cada vez mais para um pequeno grupo. Um exemplo disso poderão ver no Documentário São Francisco 2.0, de Alexandra Pelosi (2015).

Pois é o topo da pirâmide social aumentando cada vez mais a base dela. Aumentando a desigualdade social. É o 1% da população no comando!

Até quando? Fica a pergunta no ar…

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mobilidade-urbana_rio-de-janeiroA mobilidade urbana em grande centros empresariais e comerciais tende atualmente a “restringir” o acesso de carros particulares. Para tanto se faz necessário oferecer aos cidadãos uma grande e variada malha de transportes coletivos – públicos ou particulares -, e sem esquecer também de acordo com a topografia local, tais como: trens, metrôs, Bus Rapid Transit (BRTs), corredores de ônibus, barcas, táxis (concessões), ciclovias

Acontece que para implementação de toda essa malha tende deixar um caos no trânsito por onde se tem as obras. Levando motoristas, passageiros e pedestres a um exercício diário de paciência. Numa analogia em proporção muitíssimo menor é como obra dentro de casa que deixa um caos enquanto está sendo feita, mas com as melhorias que trará com a conclusão faz valer a pena um período de desconforto.

Nos últimos meses grande parte do município do Rio de Janeiro virou um grande canteiro de obras – com direito a tapumes fechando algumas ruas; mudando à mão de outras… – engarrafando ainda mais o trânsito já caótico mesmo em horários fora do pico. O bom que as obras seguiam em frente! Méritos do Prefeito Eduardo, sim! Mas também por conta da nossa cidade ter sido agraciada com as Olimpíadas e Paralimpíadas 2016. Valeu Presidentes Lula e Dilma!

Bem, algumas das obras pararam: há um aviso nelas que continuarão após as olimpíadas. Tomara! Que todas sejam concluídas. Onde uma delas é a TransBrasil: um corredor do BRT na Avenida Brasil. Que eu acharia mais prático se fosse um metrô de superfície, já que assim levaria muitíssimo mais passageiros. Até porque essa avenida já contava com um corredor expresso de segunda à sexta, e a partir de um trecho. O jeito é aguardar para ver…

De qualquer forma, e aproveitando a questão da Avenida Brasil… É que fato é o de que se o Dia do Funcionário Público cai num dia de semana, a Avenida Brasil fica quase sem carros particulares transitando por ela… Sendo assim, quanto mais opções der para esse pessoal deixar seus carros em casa, melhor!

Enfim, não apenas o trânsito flui melhor com menos carros particulares rodando no perímetro urbano, como também há melhoria no ar assim como menos poluição sonora.

Assim, fica aqui uma torcida esperançosa por um trânsito com menos impacto ambiental!

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desmatamento_cantareira_seca_spQuando meus pais, lá no início da década de 60, resolveram plantar várias árvores frutíferas num pequeno sítio que compraram, receberam muito mais críticas… Mas foram em frente e tiveram também como frutos que em épocas de longas estiagens, as nascentes continuavam jorrando à cântaros nos dois poços do sítio, enquanto outros secavam de onde não tinham árvores nos quintais…

Partindo dai, de um pequeno poço para um grande reservatório de água doce, temos a importância da cobertura pelas matas a fim de preservar esse bem valioso já tão escasso até pelas mãos humanas. Assim, a saber que ela mantém a umidade no solo e que também a extrai do ar mesmo em períodos de estiagem. Essa cobertura vegetal nas margens atua também como um filtro para uma qualidade da água por reter metais pesados em suas raízes. Como também filtra a atmosfera diminuindo a quantidade de partículas que podem cair na água, até pelas chuvas ácidas vinda dos centros urbanos. Um outro fator é que também impede deslizamentos de terra que termina assoreando os leitos dos rios. Quando o entorno de um rio é desmatado seu solo empobrece levando o rio a secar, e até fazer esse local virar um deserto.

Esse pequeno exemplo da importância da mata próximas as nascentes que contei no início me veio logo após eu ler um estudo pelo site da SOS Mata Atlântica – de que restam apenas 21,5% de vegetação nativa na bacia hidrográfica e nos conjuntos das seis represas que formam o Sistema Cantareira -, e que também nem me levou a ficar espantada com o resultado desse estudo. Assim como eu também não me espantei dele só ser divulgado pelo jornalismo tucano após as Eleições desse ano. Pois ficaram sim especulando esse ano de que a seca atual do Sistema Cantareira estava diretamente ligada ao desmatamento lá da Amazônia. Já que é público e notório de que esse jornalismo fez foi campanha para o PSDB. Dai não tinham o menor interesse nem investigar e nem em divulgar esse imenso desmatamento na região do Cantareira. Até mesmo o Alckmin ficava batendo na tecla de que se poderia esgotar os reservatórios porque depois no período das chuvas encheriam de novo. É algo a se lamentar vindo de um governante em propagandear a cultura de que há abundância de água no nosso país, com isso nada para se preocupar: a culpa era de São Pedro!

Bem, o tão esperado mês das chuvas chegou. As chuvas no Sudeste já estão aí. Que antes dessa imensa seca eram temidas por trazerem desde pequenos alagamentos até grandes desmoronamentos de encostas. Mas que agora a chuva bem recebida até por quem antes a odiava.

Agora, não basta só chover. Há de se recuperar o solo com reflorestamento, e logo. Afinal só nessa região restou muito pouco da mata. Tentar conciliar com parte do que foi desmatado com a atividade agrícola que levou a esse fim, onde no mínimo reflorestar a mata ciliar. Até porque segundo os ambientalistas com o solo empobrecido de nutrientes e muito seco ele vai chupar um grande volume da água da chuva. Como um vaso de planta que muito se rega acaba fazendo da terra virar um pó, seca e sem vida. Será preciso uma chuva contínua até que recomponha os lençóis subterrâneos. Sem esquecer de plantar árvores.

Ficando assim um dos alertas se nada for feito: o de que em alguns casos fica impossível reverter a degradação. Além do que a água potável é uma fonte que se não receber cuidados irá esgotar.

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Alguém pode me explicar que matemática é essa com essa nova divisão dos Royalties do Petróleo? Porque do jeito que o Congresso deixou, eu faço coro a um novo: “Veta, Dilma!

Pois ficou um absurdo! Nem fizeram uma divisão por igual, como diminuíram muito mais a cota dos Estados Produtores, aumentando e muito dos que nada tem a ver com todo o complexo pretrolífero: extração, refino… Só para terem uma ideia dessa matemática: os municípios produtores que hoje recebem 26%, em 2013 passaria para 13%, e até 2020 ficariam reduzidos a apenas 4%. Agora, já os não produtores que recebem hoje 8%, em 2013 passariam a 40%, e até 2020 receberiam 53%. Só para frisar! Por essa nova lei, o município não afetado pela operação na extração do petróleo receberá 53% e o que sofre danos ambientais, 4%.

Originalmente esses recursos – royalties do petróleo – seriam como uma compensação pelos impactos ambientais causados pela exploração do petróleo. Mas como as formas de utilizar esse dinheiro fica a critério dos governantes termina sendo usado para fins eleitoreiro.

De imediato, eu sou contra a uma divisão dos royalties do petróleo por todos os Estados do Brasil. Claro que sendo de um dos Estados Produtores estou ciente de que ao longo desse recebimento, nem toda a verba foi gasto em melhorias dos municípios: Educação, Saneamento Básico, Saúde, Moradias Populares. Ficando muito mais no aumento das folhas de pagamento dos governos locais. Mas com uma vigilância muito maior agora pelos internautas, fica sempre uma esperança de que os governantes, e em sua grande maioria, usem esses recursos em melhorias para todos. Então, até que provem que uma divisão POR IGUAL é válida, continuo contrária.

E como se não bastasse essa divisão indecente, para piorar, não deixaram nenhum recurso para a Pasta da Educação. Deram Zero% para a Educação. O que irá continuar gerando novos Homer Simpson. Aí, só cabe mesmo esse recurso: “Veta, Dilma!

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