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Posts Tagged ‘Crime’

pizzaria-tucanaSob o manto judiciário-midiático os Tucanos seguem livres, não apenas aproveitando do produto de anos de corrupção, mas também cientes que podem continuar delapidando os cofres públicos impunes.

Seguindo a máxima que diz a quem que “aproveitar” impune do erário público, basta filiar-se ao PSDB.

Mesmo quando ilícitos tucanos chegam na mesa do judiciário… o que fica é que foi um caminho mais rápido para serem arquivados de vez e dali ficarem até prescreverem… Não há um bater do martelo condenando crimes tucanos!

FORA TUCANALHAS!

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Powerpoint-AecioOs que votaram no Aécio (PSDB), o “primo do Fred, estavam cientes sim de fatos significativos do ele fazia e como agia desde quando foi Governador de Minas! Mas resolveram creditar a escolha desse candidato em tudo que fora propalado pela imprensa golpista. A mesma que antes o endeusara e o blindara… E que somente agora “resolve” mostrar a real face dele.

Muito embora o PIG (Partido da Imprensa Golpista) o tem mostrado em quase dose homeopática as verdades desse tucanalha. Primeiro porque continuam “unha e carne” com o PSDB – também integrante Golpista. Depois porque os holofotes agora estão em cima do Temer (PMDB) já que esse não conseguiu implantar todos os itens que o Golpe exigia… E por último, porque para o Golpe ser completo falta ainda prender uma certa pessoa (Mesmo que até agora a Lava Jato não conseguiu provas que o incrimine de fato!); diferente do “primo do Fred” que tem bastante comprovando o mar de corrupção entre outras coisas… Com isso o PIG direciona seus holofotes também para “alimentar” os coxinhas

Vale ressaltar também que: todo o projeto de desmonte do Estado Social e degola dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários tem as digitais e o DNA dos tucanos.

Não precisando mais dos nossos avisos, até porque é tarde demais… Está tudo aí escancarado, bastando ler também no PIG: tudo sobre o “primo do Fred“… Muito embora todos os que eu conheço que votaram no Aécio nem gostam de tocar nesse assunto, há um silêncio sepulcral… Nem é por arrependimento… É que o ódio ao outro Partido Político ainda os dominam demasiadamente…

Que Aécio seja julgado, condenado a muitos anos de prisão!
#AecioNaCadeia

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oscar-2016_um-basta-a-violencia-as-mulheresAté por estarmos às vésperas do Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, trago para cá algo que escrevi sobre o Oscar 2016… Em especial, momentos que conclamaram a todos nós a dar um basta na violência às mulheres. Numa mesmo de mudar de posturas até em fingir não ver, ou não se calar… Mas querendo mais é mudar o comportamento dos que cometem tal barbárie. Em não se verem como donos, superiores… a nós mulheres! Ainda mais que o machismo ainda é culturalmente aceito, tolerado, e em muitos países. Assim, não dar para calar! Basta!

Um dos momentos no Oscar 2016, começou com o discurso não de um dos premiados, mas sim por aquele que apresentou uma das canções concorrentes… Alguém de peso! Não apenas por ser ele o vice presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, mas por se tratar de uma bandeira dele desde quando ainda um Senador, quando então criou uma Lei contra a violência com as mulheres. Num discurso em tom ameno, Biden conclamou a toda a sociedade a abraçarem essa causa, assim como a também tentarem mudar toda uma cultura machista! Great!

Uma expressiva apresentação pois a canção “Til It Happens To You” pertencia ao Documentário “The Hunting Ground” que fala dos estupros em campus universitários americanos. Mesmo que também tenha entre suas vítimas homens, são violentados por outros… O filme também mostra que as direções dessas instituições se preocupavam mais em encobrir o fato em si. Além dos depoimentos, e até por eles, as vítimas além da violência sofrida, lutam por justiça e pelo direito de estudarem em paz. “Til It Happens To You” foi escrita e interpretada por Lady Gaga, cuja a apresentação contou com a presença de vítimas de violência sexual. Bem, a canção não levou a estatueta… Agora, por certo emocionou, além de dar voz a essas pessoas! Bravo, Lady Gaga!

Ainda dentro deste triste contexto… O “A Girl in the River: The Price of Forgiveness“, do Paquistão, ganhador como Documentário de Curta-Metragem, conta a história de uma jovem que se apaixonou e ao tentar fugir enfrentou a “lei em nome da honra”… Por sorte sobreviveu e com coragem para contar essa história ao mundo. Até para mostrar a de centenas de mulheres que são mortas anualmente por essa mesma “lei”. Em seu discurso, a Cineasta Sharmeen Obaid-Chinoy disse que após assistir ao filme, o Primeiro Ministro do Paquistão decidiu mudar a lei que mata mulheres em nome da honra; além de exaltar aos homens que incentivam as mulheres a estudarem, em terem profissões… É! É tentar mudar um comportamento machista! Bravo!

Ainda dentro do Oscar 2016, e aí até mais em relação aos que pré julgam até com violência a quem se deixa levar pelo mundo das drogas… Vale também trazer o pelo Documentário “Amy“: uma obra que disseca com raro discernimento as dificuldades que Amy Winehouse enfrentou no decorrer da vida. E ao receber a estatueta o Diretor Asif Kapadia diz que quis mostrar ao mundo não aquela menina dos tabloides, mas sim a bela menina, inteligente, espirituosa, talentosíssima… A menina que silenciosamente clamava por cuidados… Eu ainda não vi, mas só por esse olhar respeitoso do diretor, já me motiva a ver!

Assim, que bom que o glamour da entrega do Oscar permaneça mais no Tapete Vermelho… Que mais uma vez alguns dos premiados não ficaram só nos agradecimentos de praxe, usando o tempo e ao alcance de milhões de pessoas, com discursos onde abraçaram causas maiores… É! Foi o Oscar 2016 conclamando a todos por mudanças de posturas! Por mais consciência pela coletividade! Por um Basta na violência as mulheres! E um “Oscar goes to” para todos eles! Aplausos!

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a-menina-que-nao-sabia-ler_de-john-hardingO que me chamou a atenção para esse livro e que me levou a comprá-lo fora o título: achei no mínimo pitoresco. A capa não me atraiu e até porque… Por certo não se deve julgar um livro pela capa. Mas a que escolheram para “A Menina que Não Sabia Ler” não contextualiza nem a época que se passa a história – final do século XIX -, nem todo o drama que vivenciou a protagonista. Para mim a capa passa a ideia de uma jovem descompromissada perdida em tentar entender o que estarias nas páginas dos livros. É que muito antes de ser um leve drama, temos nele um suspense um tanto quanto macabro. Até por conta disso é uma leitura mais recomenda para um público mais adulto. E até nisso a capa que escolheram no Brasil engana: já que passa a ideia que seria também para um público infanto-juvenil. Sem querer cercear a leitura dessa faixa etária, mas sim para deixar aqui um aviso: de que não é uma simples historinha de uma menininha que quer aprender a ler. É um drama pesado!

Com que facilidade deixamos de lado a perspectiva de um futuro desastre pelo prazer do presente. Fiz-me de avestruz por causa dos livros. Coloquei a vida do meu irmão em risco pelo meu próprio prazer. Culpada, admito agora.”

corvo_simbologia-miticaEm “A Menina que Não Sabia Ler” temos a história de Florence do alto de seus 11 anos de idade, que de repente teve que tomar resoluções de uma pessoa adulta. Pelo menos fora as opções que o destino lhe apresentava e de repente. Teria a sua pouca e nada feliz vivência contra a urgência em suas respostas aos acontecimentos. Tomadas emprestadas dos livros? Sim, talvez… Mesmo que não atenuasse o que a levou a fazer… Havia sim o peso da pouca idade. Como também o medo de perder o único elo ao sentimento família, seu irmão caçula Giles. Até porque o Tio e Tutor não tinha amor por eles: eram criados por empregados na velha casa de verão. Agora, por mais que ela tenha se deixado levar… Nos deixa em suspense se era ou não a única coisa a ser feita ali por ela. Há momentos de se querer que ela pare, que já ultrapassara todos os limites do bom senso…

Bem, eu paro por aqui por não querer tirar o suspense da história. Agora, não se foque em descobrir o que ela irá fazer. É que assim irão perder o crescente que vai se passando na cabecinha de Florence: de uma frieza de se espantar em alguém tão jovem. O livro “A Menina que Não Sabia Ler“, a mim me fez querer que o final não chegasse logo. De ir lendo poucas páginas por dia já perto do final. O que o torna um ótimo livro! Mérito do escritor John Harding! Bravo! E já estou querendo ler o segundo livro.

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mundo-do-desenho-em-lutoPara quem como eu aprendeu a amar as Histórias em Quadrinhos mesmo antes de se alfabetizar creio que trouxe para a fase adulta o amor pela Arte do Desenho em geral. Onde antes mesmo de entender o que estava escrito, “lia” toda a história pelas cenas ali desenhadas. Sorrindo satisfeito por ter entendido tudo! Claro que nessa fase ainda não percebia as críticas que provavelmente estavam embutidas nelas. Creio que esse olhar se deu mais com as disciplinas escolares. Onde até aprendeu a importância do desenho desde a pré História. Por essa Arte temos também a História da Humanidade.

Creio que das HQ passei a amar as Charges! Era a primeira coisa que eu procurava nos jornais e revistas em papel. Onde na fase inicial era como um Quiz em tentar adivinhar do que se tratava a charge. Com mais idade, estudos e leituras o entendimento ficou mais imediato, e aí ficava o apreciar a obra. Por serem muitos, já que no Brasil há muitos talentos nessa arte da charge, cito então um que levou algumas gerações a amar a arte de desenhar: Daniel Azulay. Por um programa de televisão levou muitos a pelo menos tentar ver se teriam então talento para a coisa. Não sei quantos profissionais nasceram por dessas aulas… Comigo, sem talento para o desenho, ficou mesmo o apreciar ainda mais esses profissionais.

O Chargista tem o poder de síntese: em resumir num desenho o que o seu olhar pelo fato em si. Muito mais do que um caráter sócio-político em sua obra, há o valor histórico por retratar uma época. Daí também a sua importância dentro do Jornalismo. Daquele que também está descrevendo a atualidade. É a História do Mundo sendo contada!

Pela tragédia ocorrida… creio que é hora dos que estão no andar superiores de todas as Religiões em tentar achar um meio de que não a usem como instrumento de guerra. A religiosidade deve sempre ser um instrumento de PAZ!

O Mundo do Desenho está de Luto!
Até pelos amantes dessa Arte, o qual me incluo!

Vão em Paz!
——<-@

P.s: Não conheço o trabalho do tal jornal. Daí desconheço se mesmo que inconscientemente pregavam a islamofobia. Isso eu condenaria. Pois mesmo eu não seguindo nenhuma religião, sou a favor de cada um possa seguir a sua. Até porque acho que é um caminho por onde alguns possam canalizar uma personalidade violenta. A minha defesa aqui foi ao profissional que foi “punido” não por meios legais (Leis). Numa comparação: Mesmo os muitos jornalistas brasileiros que se comportaram de modo nada ético em 2014, e que até receberam os “améns” dos órgãos do judiciário, também não mereceriam receberem tal punição. Sou contra a violência, mais ainda a física. Em relação as religiões. O mundo está mudando, elas deveriam também mudar. Até porque se continuarem com o radicalismo, serão os fiéis que mudarão, mas ai para outros países buscando por uma liberdade maior. E aí voltando ao ponto em questão: o direito a liberdade de se expressarem, cidadão comum, profissional da mídia jornalística… Mas que não seja tirando a vida de ninguém por ele ter dito algo que o desagradou. (Em 11/01/15)

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adolescentes-rebeldesOs menores hoje são 007: têm licença para matar.” O recém empossado delegado geral da Polícia Civil de São Paulo trouxe de volta à mesa de debate a questão do menor delinquente ao citar a frase acima. Ou melhor, da impunidade que deixam esses menores cada vez mais violentos. Talvez num recado direto aos congressistas para uma PEC de 2007 que trata da diminuição da maioridade penal para crimes hediondos. Leis mais duras seria mesmo a solução para a violência urbana advinda dos “menores” que praticam crimes com requintes de crueldade?

Venho falando já há algum tempo desses jovens! Em um dos artigos, foi mais uma reflexão de onde viria tanta crueldade, até porque não sou psiquiatra… Como leiga no assunto me pergunto que não pode ser só pelo o meio em que vive porque há quem passa incólume a onde mora mesmo sendo esse local uma “terra sem leis…”. Só para citar um exemplo, mesmo que bem antigo (década de 70), ele mostra que o “assédio” pelos os que já se encontram no “desvio” não é algo recente: “Certa vez saindo da escola já anoitecendo me deparo com um colega esfregando os olhos. Achei até que fosse por algum cisco… Em resumo: Ele contou que fazia isso para fingir que já estava drogado e assim poder chegar em casa a salvo, e sem ter que criar atritos até com amigos de infância vendendo drogas pelas ruas.” Indo além até do “recrutamento” desses jovens principalmente por levarem junto o carimbo de impunes, fica um outro problema para onde seriam levados caso viessem a ter que de fato cumprir penas ai saindo da infração para crime. Haverá locais para mais esse contingente? Já com cadeias e presídios lotados por adultos. Mais! Haverá profissionais realmente envolvidos até com a ressocialização desses jovens? Sem esquecer de que fica uma outra reflexão. Se em sua grande maioria só serão apenados os das classes sociais pobres.

Uma outra reflexão seria onde essa “impunidade” começou? Posso estar falando bobagem, mas eu penso que veio pelo ECA. Embora eu aplauda tal estatuto! Talvez o mecanismo tenha sido pela elaboração dele. Porque mexer muito na criação de uma lei pode acabar abrindo precedentes que poderão fugir da ideia inicial. Creio que foi o que aconteceu com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Já que acabou dando impunidade em vez de medidas preventivas ante a Delinquência Juvenil. Deu a eles como o que disse o delegado: “Licença para matar!”.

Se no início o foco era para as crianças que trabalhavam nas carvoarias, nos engenhos… exploradas por “patrões” gananciosos… Talvez já teria sido melhor terem criado estatutos em separado: com um já voltado para o menor infrator. Mas talvez ai esse primeiro nem sairia do papel. Até pelas reflexões anteriores. Já que demanda um estudo jurídico. Sem esquecer do campo da psiquiatria avaliando e avalizando se estariam diante de um menor com tendências psicopatas (Atualmente o termo correto seja sociopata). Creio que para esse seja difícil ressocializá-lo.

De qualquer modo o ECA foi um avanço nos direitos para crianças e adolescentes. Cabendo a sociedade em geral ministrar que eles têm também deveres como cidadãos. Criando mais oportunidades até para não entrarem no mundo das drogas que ao meu ver tem sido a principal porta para o crime. Com um misto de recreação, esporte e cultura mantendo a mente e o corpo ocupado com algo salutar. Sem esquecer também de cursos profissionalizantes. Até por conta disso eu ainda boto fé nas UPPs do Rio de Janeiro. Por também estar envolvida nessa causa: do “salvamento” desses menores, até com aqueles que ainda não foram “recrutados” pelo tráfico. Claro que também há os “de menor” nas classes mais ricas que até têm como pagar por advogados como um dos fatores para saírem barbarizando por aí se sentindo impunes. Ficando mais uma reflexão: a de que em países onde o “de menor” é penalizado isso tenha contribuído para frear essa violência vinda deles.

Mas antes de se pensar em penas mais severas para crianças e adolescentes que cometem crimes hediondos eu ainda sou propensa a que em primeira instância recebam principalmente uma aula sócio-educativa, passando também por avaliações psicológicas. Algo que também poderia ser estendidos aos pais. Mesmo que muitos deles não tenham culpa dos atos dos filhos – de que a violência que praticam com as pessoas não tenha sido gerada dentro da própria casa -, com a tal aula os pais aprenderiam a lidar com esse filho. Como também sou amplamente favorável a comutação de penas alternativas também numa forma de suar a camisa.

Agora, em relação ao jovem “psicopata” até que os estudiosos provem o contrário acho difícil a ressocialização. Mas à favor que se esgotem todos os recursos enquanto ele é um “de menor”.

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