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Posts Tagged ‘Celular’

jogo-celular_toy-blastToy Blast, Cody Cross, Bubble Shoot, BlocK Hexa Puzzle… São só alguns dos joguinhos pelo celular que me viciei… E com um único dedinho, já trêmulo – o que muitas das vezes me faz teclar não que eu queria e com isso lá indo embora a jogada que até me levaria ganhar o jogo – eu sigo jogando. Me distraindo…

Isso é um dos motivos do meu sumiço da Blogosfera: fiquei viciada em joguinhos pelo celular [emoticons ruborizada e feliz]… São desestressantes… E como citei das minhas limitações motoras nas mãos, são também estimulantes. Sem contar do uso do cérebro nas estratégias dos movimentos…

Por conta de pouco espaço no celular, deixo uns três, quatro jogos por vez… Sendo que o de Paciência eu jogo quando falta pouco tempo para completar as “vidas” do Toy Blast

O Cody Cross é um tipo de Palavras Cruzadas. Um Passatempo que amo fazer desde criança. O problema desse Cross é que custa a atualizar as novas Fases. Algo que não há no Hexa: terminando todas as etapas é fim de jogo, mesmo! Eu já completei uma vez, e como não havia atualizações, desabilitei para jogar tudo outra vez. Já o Bubble parece ser “intermináveis” as fases…

Sei que poderia estar estudando Línguas Estrangeiras, por exemplo, nesse meu tempo na internet… Mas às vésperas de completar seis décadas, me dou o direito de fazer o que me dá prazer! Até pelas minhas limitações…

Quem quiser trocar dicas, será bem vindo!

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capa-e-pelicula-protetora_celular

Gente! Tão logo comprem um celular, não deixem de também comprar uma capa protetora! Há uma infinidade entre cores, desenhos… Agora quanto ao material prefiram os emborrachados: siliconados. Num “test” involuntário o meu celular com um, comprovou a proteção dele: foi salvo pela capa protetora!

Nossa! Chegou a dar um calafrio ao ouvir o barulho do celular caindo na cerâmica do chão… Eu tinha terminado de falar quando o celular catapultou da minha mão, sem dar tempo de ampará-lo ou de ao menos tentar suavizar o impacto ao solo… Vendo-o cair pensei: “Ainda nem terminei de pagar…” É o meu primeiro celular com uso de internet… Mas já vi alguns que se quebraram… E como ele caiu fiquei apreensiva quanto a eficácia da capa… Mas examinando-o todo vi que sim! A capinha é uma “santa protetora”! Ufa! E Oba!

Ah sim! Além da capa protetora não deixem de comprar também a película protetora! Na relação custo benefício seu bolso no final irá agradecer por terem investido nessas proteções materiais! 

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engavetando-os-sonhosNão ganhei os milhões da Mega-Sena! E se de fato foi um único ganhador, como se diz na roça: “Essa pessoa nasceu com a bunda virada para a Lua!“… Com isso, se a sorte não sorriu para mim, é hora de guardar os sonhos impossíveis… E já que às vésperas de uma Black Friday, então é realizar a compra de um que eu não diria de um sonho, mas apenas um pequeno desejo de ter um celular mais moderno.

O meu já antiguinho, um LG que eu gosto muito, começou hoje a falhar: duas teclas não estão funcionando. A da “setinha para à esquerda” e a “tracinho” no canto à direita. Precisei seguir por um outro caminho para chegar na Agenda.

É! Não dá mais para adiar a compra de um novo celular! Um Smartphone ou um Iphone… Qual modelo… De certo mesmo só sei que seja Dual Chip (Três seria melhor! É que tenho OI, TIM e VIVO. E todos teriam que ser adaptados para o novo tamanho); que seja Desbloqueado (Quero manter os mesmos números); e com Câmera Fotográfica! Podendo até ter TV. No mais, é quase grego para mim!

Ah sim! E num preço bem baratinho! Sem nenhum sonho por um dos muito caros! Que fale, envie torpedo e tire algumas fotos: já está de bom tamanho para mim! Que venha então a Black Friday!

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roubo-de-creditos-do-celular-pela-operadoraQuando enviam pacotes sem ter sido pedidos o correto seria da pessoa escrever uma palavra chave em resposta, concordando. Mas não é o que a Operadora Claro, de telefonia móvel, vem fazendo. Ela simplesmente te joga uns Pacotes e sai cobrando por eles e o faz semanalmente. Até a pessoa descobri, já foi muito dinheiro para os cofres dela. Ligar para o 1052 não adianta! Pois eu fiquei mais de 12 minutos ouvindo propagandas. E indo a algumas das poucas lojas para esse tipo de atendimento (A maioria é só para vendas.) ainda ouve de que há uma quadrilha dentro da Claro fazendo isso! É mole! Isso é um roubo!

Além de não ter aceito os pacotes, a pessoa ainda tem que se deslocar para um outro bairro para pedir que cancelem. Minha mãe foi até a Loja em Madureira, e protocolou o pedido. Ficaram de ressarcir o dinheiro também. O jeito agora é esperar por essa parte.

Mas de posse de um número de protocolo irei comunicar a Anatel. Para que fique o registro do que a Claro vem fazendo! Alguma providência esse Órgão deve tomar.

Minha mãe só faz ligações, ela nem passa sms como também nem abre. A única mensagem que ela lê é a que vem logo após ligar para pedir o saldo. Eu que saia deletando todas as mensagens, spam, do celular dela, e sem abrir: pelo apagar todas. O que demorou em descobrir o golpe.

Aliás, acho que é um golpe aderido por outras Operadoras de Telefonia Móvel. O inferno é em ter um número em que um humano atenda para um acesso mais rápido, e muito menos estressante, como tem para os Fixos. Eu que sempre abro os meus, já vi que a OI está me cobrando também por um pacote que eu não pedi.

Pouco ou não, somado a milhares de celulares, para as Operadoras torna-se uma grande quantia. Sendo assim, seremos duas a mais, minha mãe e eu, a ingressar e numa significativa parcela dos que perceberam esse golpe. Se já não é algo novo, para nós foi! Fica o alerta para que confiram seus saldos, sempre! 

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antes-e-depois-do-celularNuma estratégia de guerra por vezes é melhor recuar para mais a frente obter de modo mais eficaz o tento. Mas… Até pelo contexto da história o fato em si pode é alimentar uma das causas em vez de trazer uma solução. E como tem dinheiro público envolvido também é um caso a se pensar. Se bem que foram principalmente as falhas do que os meios que gerou a polêmica, e com reações em dois extremos: os do contra e os favoráveis.

Se a princípio a minha visão, ou melhor, a minha posição fica como um “nem tanto ao mar, nem tanto ao céu” é porque sou flexível aos incentivos à leitura. Principalmente para crianças e adolescentes. Pois mesmo que trôpegos de algum jeito facilitam o acesso à leitura de bons livros. Que por sua vez dará a eles uma boa base para o futuro até no campo profissional.

Ainda sem entrar no mérito da questão há um outro porém. O de que se há na atualidade um vilão nessa história: seria o bate-papo via celular pelos jovens. Que sem estar discriminando: a preços bem módicos. Dando a muitos adolescentes das classes mais baixas esse tipo de acesso e por um custo mínimo de R$ 10,00. Mesmo estando próximos, mesmo distantes um do outro, mesmo sozinho na solidão de um quarto… essa troca de impressões mesmo que por futilidades acaba por tornar difícil trocar a internet pela leitura de um livro. Logo, algo tem que se feito. Isto posto, o gerador da polêmica:

O tal projeto: “Ele veio com a intenção de “simplificar” o texto de alguns Clássicos da Literatura Brasileira afim de atrair mais e até novos leitores. Já com a verba da Lei Rouanet. Serão distribuídos nas escolas pelo Instituto Brasil Leitor. Tendo a frente a escritora Patricia Secco.” (Que eu não a conhecia. Pelo menos com a polêmica ela ficou conhecida de norte a sul.)

Sou contrária em nivelar por baixo principalmente em relação a Educação nas Escolas Públicas, mais ainda nas de Ensino Fundamental e Médio. Não se deve entregar tudo mastigadinho. Um dos papéis do Professor em Sala de Aula seria em incentivar o uso do raciocínio. Estaria em despertar a curiosidade para um conhecimento muito mais abrangente.

Agora, no tocante à leitura de um livro creio que o principal obstáculo seria o preço do livro. Que sem penalizar as Editoras de médio e pequeno porte, as de grande porte após algumas – ou muitas – edições poderiam publicar algumas tiragens em papel mais barato, sem cores e tudo mais que encareceriam o livro, e colocando à venda em bancas de jornais num preço muito bem acessíveis a todos. Isso já aconteceu em décadas passadas no Rio de Janeiro. E o que mais se via era gente lendo livros nos ônibus. Foi a época em que eu mais comprei livros, os quais doei todos até porque pela qualidade do papel eles não teriam vida longa. Inclusive, entre eles haviam grandes Clássicos da Literatura Universal. Um deles foi “Cem Anos de Solidão“, de Gabriel Garcia Marques, que eu li nessa época.

Acontece que para o público infantojuvenil o apelo maior é a trama do livro, como também do visual. Ainda mais se não trazem em si o gosto pela leitura. Daí as ideias de incentivar à leitura merecem alguma consideração. Até em como fazer isso numa escala maior, a nível nacional. E não é algo tão difícil. Gincanas, Fóruns, Concursos… Que os levariam a ler, a interpretar, a interagir… Sem grandes custos, até pelos cofres públicos.

Mas não foi o que fez esse projeto. Além de usarem verbas públicas… verba essa já liberada pelo MinC em 2009, para uma tiragem inicial de 600 mil exemplares para os dois primeiros livros… o projeto fez foi “adulterações” em cima de “O Alienista”, de Machado de Assis, e de “A Pata da Gazela”, de José de Alencar. Isso que gerou a polêmica.

Se a intenção propagada seria fazer uma “apresentação” dessas obras aos jovens, poderiam começar com outros mais recentes. Ou por aqueles cujas histórias estão mais de acordo com o momento atual, com a faixa etária desses jovens… Há muitas histórias atemporais que fariam essa ponte. Agora, é o Professor quem mais tem como saber qual obra de determinado autor que mais estaria de acordo com seus próprios alunos.

Se a intenção propagada seria para dentro das Salas de Aulas, poderiam publicar versões condensadas desses livros. Muito mais viável do que ir página por página, trechos por trechos, frases por frases e ir trocando por “sinônimos” atuais. Além de correrem o risco de dar um significado diferente ao contexto da obra, e foi o que ocorreu, irá inibir o leitor em procurar ler o original. Até porque em época de concursos, de vestibulares… ficamos com uma lista de livros a serem lidos num determinado espaço de tempo. Onde o jeito é apelar para as versões condensadas. Foi o que eu fiz: li muitos assim e que depois com mais tempo li os originais. Confessando aqui que “O Guarani”, de José de Alencar, eu achei chato na versão condensada, e me emocionei muito ao ler o livro no original.

E mesmo como propagou a própria autora do projeto, a Patrícia Secco, de que seria para os de poucas instruções, melhor seria fazer cartilhas comentando as tais obras literárias. De maneira a seduzi-los para lerem o original

Bem, eu fiquei ciente dessa história por um amigo no Facebook que colocou um link de uma petição online contrária a esse projeto. Desconhecendo a polêmica, com tanto o que ler sobre o assunto… no primeiro momento eu disse que não assinaria. Focando mesmo na intenção que parecia ter o projeto e por estar aberta aos incentivos à leitura de livros. Também porque queria ouvir o outro lado da questão: o da autora do projeto, a Patricia Secco. Tendo essa oportunidade assistindo a entrevista que ela deu no Globo News Literatura. De onde então obtive base para mudar de opinião. Assinei a tal Petição para que o MinC não libere mais verbas para os demais livros. Ela até pode continuar com esse projeto de nivelar por baixo a cultura do país, mas desde que não seja com dinheiro público.

Vale deixar esse registro do programa do Edney Silvestre que me leva a continuar a incentivar à leitura de livros. O resultado de uma pesquisa nacional mostrando que nos últimos seis meses 60% dos brasileiros não leram um único livro sequer.

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facebook_coisa-de-velhosCaramba! Certa velocidade, ou melhor dizendo, a efemeridade das tecnologias atualmente por vezes me assustam. Não por ser contrária aos avanços, mas mais por me ver sempre em atraso. Quando eu mal tenho tempo para algumas coisas, logo já estão sendo tidas como algo ultrapassado, não demorando muito para serem abandonadas.

O lance de agora que até coloquei como título ocorreu ontem. Lá estava eu zapeando os canais da televisão quando parei no programa Estúdio I, da Globo News, até para ver o tema do dia. Que foi por conta de um livro da educadora Tânia Zagury. Sobre o acesso dos jovens a tecnologia, como também da formação de novos hábitos advindos dessa ferramenta. Lá pelas tantas a apresentadora, Maria Beltrão, leu um dos comentários que chamou minha atenção. Nele dizia que uma pessoa de 12 anos não ligava da mãe proibir de ter um perfil no Facebook porque para essa menina essa mídia era coisa de velhos, que ela preferia mesmo o WhatsApp.

Claro que a “velha” aqui foi procurar saber o que seria o tal do WhatsApp. Mais! Confesso que hoje fui procurar primeiro pelo tal comentário para saber a grafia correta do “troço”. Feito isso, parei na pesquisa no Baixaki, por terem uma explicação mais detalhada. Em resumo é um aplicativo para celular onde se pode trocar mensagens com os amigos como o Messenger do Hotmail, que por sinal já acabou. E pensar que comecei pelo ICQ, mas mudando logo para o do Hotmail, que depois fiquei mesmo com o do Skype.

Enfim, tudo isso está virando coisas do passado. Mas como o meu celular não tem internet… Os sms para os amigos vão mesmo pelas linhas telefônicas. Que pelo andar da carruagem… quando eu chegar a ter um desse “celular moderno” essa troca de mensagens também será coisa de gente idosa. Sinal dos tempos! 🙂

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