Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Banheiro’

cadeirante_banho_como-super-heroiPois é! Como uma Cadeirante pega o sabonete que caiu ao chão na hora do banho? Mas antes o de que como se trocar uma lâmpada no teto, poderão ler aqui… Que por sinal o problema também surgiu no banheiro. Um cômodo essencial, mas também bem problemático para nós cadeirantes. Muito mais para quem também se vira com a grana curta… Adaptando-se para vencer as limitações diárias… Até para uma certa independência em usar o banheiro: quer seja para as necessidades fisiológicas, quer seja para um prazeroso banho de chuveiro… Assim…

Tendo transposto a barreira de se situar dentro do boxe… já que entrar e sair dele é uma operação de alto risco precisando estar atenta pois um vacilo meu pode acarretar um tombo sério… é então tomar o banho! Até que nessa hora pode ocorrer do sabonete cair no chão. Eu até costumo ter mais de um dentro do boxe, ou como o banheiro é muito pequeno tenho como pegar o do lavatório. Mas um vacilo e lá se vão ambos para o chão. Então como apanhá-los?

Eu até tenho também sabonete líquido dentro do boxe. Mas acontece que para lavar o bum-bum eu enterro as unhas no sabonete e com isso “fechar” bem toda a área debaixo das unhas. Mania, eu sei! Mas até faço isso ao lidar com a terra em vasos de plantas. É uma proteção à entrada de germes. No caso em questão o das fezes que passam pela bunda!

De qualquer forma eu não insistia muito nas tentativas para pegar esses sabonetes caídos ao chão. Terminava mesmo pegando-os depois de sair do banho com uma pá para lixo com cabo na vertical. Há muito que tenho uma na área de serviço que tem sido muito útil para mim pegando tudo que cai ao chão. Onde para se pegar certas coisas, eu a lavo antes. Até já pensei em ter uma em meu quarto para uso que não seja para lixo. Mas por hora comprei mesmo uma para ficar dentro do boxe. E desde então esse problema foi resolvido! Sabonete, bucha de banho, ou mesmo frasco de shampoo quando cai no chão do boxe eu pego com a pá com cabo em pé.

E com isso, de vez em quando eu também venho com um dos propósitos desse blog que é em contar os perrengues no dia a dia de uma cadeirante pobre que ainda quer viver muito tempo ainda! São soluções práticas, sem precisar ser uma super heroína, e que até podem ajudar outras pessoas que os não cadeirantes podem conhecer!

Anúncios

Read Full Post »

me-senti-literalmente-uma-ilhaNa madrugada de ontem fui ao banheiro para urinar (Sem tesão para um eufemismo…). Terminado pego a duchinha para fazer a higiene íntima… Mas ao fechar o registro vi que o mesmo perdera a pressão: rodava direto. Pior! Com a pressão da água ele pula fora… Fora o banho que levei… Não tive mais como deter a água… Com o ralo vedado para não entrar lacraias, baratas… moro no andar térreo mesmo, e num prédio construído na década de 60… Enfim, o chão do banheiro foi ficando alagado…

Com a água subindo o jeito foi acordar a minha mãe… Tonta ainda do sono ela até tentou primeiro fechar um geral: o que fecha a água do lavatório e da duchinha. Mas o mesmo está quebrado e só fecha com um alicate de ponta fina… Enquanto isso a água já adentrava no quarto dela… Sentada no vaso sanitário a minha preocupação maior era dela não escorregar. É que normalmente ela já não “desacelera”, então em situação que precisaria de atenção e calma, ela fica na potência máxima… Até porque havia a preocupação em fechar logo para não desperdiçar ainda mais a água… Da água atingir a sala… Além do fato de que ambas não gostamos de incomodar algum vizinho, ainda mais naquele horário…

Enquanto isso, a outra parte do meu cérebro começava a processar um jeito de sair dali… Eu estava me sentindo literalmente como uma ilha: cercada de água por todos os lados… A grande questão é que para eu sair do vaso sanitário para a cadeirinha que uso para me locomover dentro de casa eu preciso que principalmente o piso do banheiro esteja seco. Pois mesmo que meu pé entorte logo no apoio ao chão, se não estiver seco irá escorregar. Como também com o chão cheio d’água a cadeira em si por contas das rodinhas iria deslizar direto… Até o tampo do vaso sanitário também precisa estar seco, já que apoio minha mão esquerda nele… Bem, minha mãe não teria forças para me colocar nela. O jeito então foi ela me ajudar a descer: sentei no chão alagado e fui me arrastando até a minha cama e que também não é fácil em subir por ela

Enfim, registro fechado! Quarto e banheiro para secar… E a constatação mais uma vez de que meu pai nos faz muita falta: ele era o nosso faz tudo… 😦

Quanto a uma nova duchinha que minha mãe comprou na manhã de ontem, um vizinho instalou para nós. Valeu, Paulinho! E pedi a um dos meus irmãos que arrume de vez o tal do registro que fecha a água do lavatório e da duchinha. Algo prometido já algum tempo!

No mais, são em horas assim que eu me pergunto de onde vem tanta tesão em continuar nessa vida… 🙂

Read Full Post »

%d blogueiros gostam disto: