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Posts Tagged ‘Alegria’

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Uma Família Fuleira, de 1967

O Ator Jerry Lewis fez parte da minha vida cinéfila! Partindo aos 91 anos, deixa um Grande Acervo para nós que adoramos Comédia! E das bem pastelão…

Eu cheguei a ver alguns de seus Filmes em estreias no Cinema, como: “O Bagunceiro Arrumadinho“, “Uma Família Fuleira” (O qual revi por esses dias…)… Mas sem sombra de dúvida a grande maioria eu assisti mesmo pela Televisão. Inclusive os da fase com Dean Martin…

 Alguns dos filmes já revi várias vezes e sempre me divirto! (Segue aqui sua FilmografiaSeus personagens quase não precisam muito de textos, o humor fica nas caras e bocas, olhares, incluindo também mãos, pernas… para contar a história… além de ficarem na memória…

Bem, o criador se vai, mas sua obra fica!
Aplausos, muitos aplausos!
Jerry Lewis, 1926–2017.
Vá em Paz!

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jmj-2013_papa-francisco-um-atletaNossa! Do alto dos seus 76 anos de idade, tendo apenas um pulmão, é de se admirar a disposição do Papa Francisco durante não apenas a Jornada Mundial da Juventude, como também em sua estada no Brasil. Com um pique que deixa muitos jovens para trás. Um entusiasta!

Por mais compromissos assumidos, e que não possa deixar de cumprir, a alegria com que termina seu longo dia também encanta. Não são apenas os jovens, mas tem sido também uma movimentada jornada para o Papa Francisco. Que o deixaria cansado, mas parece que ele ainda tem bastante energia para chegar ao final dessa missão. Que assim seja!

Pelo que eu tenho visto pela televisão ele só fica com um ar de cansaço quando está sozinho em seu trono. Talvez por esse isolamento momentâneo, por querer mesmo estar em meio a todos. Como ele até sugeriu aos demais sacerdotes, ele não é de ficar na sacristia. Ele gosta de estar junto ao povo. Amém!

Conhecemos um homem pelo seu riso; se na primeira vez que o encontramos ele ri de maneira agradável, o íntimo é excelente.” (Dostoievski)

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Não sei se numa Família pequena coincidências como a de ontem, ocorre. Na minha, que é numerosa, sim. Também não sei se pode chamar de coincidências do destino, ou obra do acaso. Mas não foi a primeira vez. Aliás, acho que foi sim porque o falecimento foi com alguém jovem, que até onde eu sei: saudável. A data de casamento é pré-marcada. Enquanto um primo se preparava para iniciar uma nova jornada de vida, uma prima teve a sua interrompida.

Ao Primo, que seja feliz no casamento! Que saiba discernir ante a pequenos problemas para que não venham a aumentar. Até porque enquanto há vida, há esperança de um amanhã melhor! Que seja abençoado o enlace!

À Prima que se foi, aos 44 anos de idade, que vá na e em Paz! Mesmo com essa surpresa do destino, cumpriu e bem a sua trajetória até então. Meiga e carinhosa desde a tenra idade. Que terá numa mãe guerreira a ajuda para continuar na criação de seus filhos adolescentes. Com muito amor!

21 de Julho de 2012! Um dia de lágrimas de tristeza e de alegria.

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De: Nailde Silva.
Ser cadeirante é ter o poder de emudecer as pessoas quando passa por elas. É não conseguir passar despercebido, mesmo quando se quer! É ser completamente ignorado quando precisa da ajuda de um andante ao lado.

Ser cadeirante é amar elevadores e rampas. Detestar escadas. Tapetes? Só se forem voadores!

Ser cadeirante é ter alguém falando como se ele fosse uma criança, mesmo que já tenha mais de duas décadas. É despertar uma cordialidade súbita e estabanada em algumas pessoas. Embora seja engraçado, não ri porque é bom saber que ao menos existem pessoas tentando tratá-lo como igual e uma hora eles aprendem!

Ser cadeirante é conquistar o grande amor da sua vida e deixar as pessoas impressionadas. Mas depois ficar impressionado por não entender o porquê do espanto.

Ser cadeirante é ter uma veia cômica exacerbada. É fato! Pois só com muito bom humor para se tocar a vida, as rodas e o povo sem noção que aparece no caminho.

Ser cadeirante é ficar grávida e ter a certeza de ouvir: “Como isso aconteceu?” E querer responder: “Foi a cegonha. Não há dúvidas! Pois os pés de repolhos não são acessíveis!”

Ser cadeirante é ter repelente a falsidade. Amigos falsos e cadeiras são como objetos de mesma polaridade: se repelem automaticamente.

Ser cadeirante é ser empurrado por aí mesmo quando se quer ficar parado. É saber como se sentem os carrinhos de supermercado! É encarar o absurdo de gente sem noção que acha que porque já estamos sentados podemos esperar.

Ser cadeirante é uma vez na vida desejar furar os quatro pneus e o estepe de quem desrespeita as vagas preferenciais.

Ser cadeirante é se sentir uma ilha na sessão de cinema. Porque os espaços reservados geralmente são um tablado, ou na turma do gargarejo, ou mesmo com uma distância segura para que não entre em contato com os outros andantes, mesmo que um deles seja seu cônjuge!

Ser cadeirante é a certeza de conhecer todos os cantinhos. Porque Deus do céu! Sempre tem um querendo colocá-lo num cantinho.

Ser cadeirante é ter que comprar roupas no “olhômetro” porque na maioria das lojas as cadeiras não entram nos provadores.

Ser cadeirante é viver e conviver com o fantasma das infecções urinárias, e desconfiar seriamente que a falta de banheiros adaptados contribua para isso.

Ser cadeirante é se sentir o próprio guarda volumes ambulante em passeios com amigos ou familiares.

Ser cadeirante é curtir handbike, surf, basquete e outras coisas que deixam os andantes sedentários morrendo de inveja. É dançar maravilhosamente com entusiasmo e colocar alguns “pés-de-valsa” no bolso.

Ser cadeirante é ter um colinho sempre a postos para a pessoa amada. E isso é uma grande vantagem!

Ser cadeirante mulher é encarar o desafio de adaptar a moda para conseguir ficar confortável além de mais bonita.

Ser cadeirante é se virar nos trinta para não sobrar mês no fim do dinheiro. Porque a conta básica de um cadeirante merece ser chamada de “dolorosa”.

Ser cadeirante é deixar muitos médicos com cara de: “E agora o que eu faço”? Ao entrar pela porta do consultório. Isso quando não fica impossível entrar porque a cadeira não passa na porta estreita.

Ser cadeirante é não ver um corrimão ou ver um canteiro de obra no meio de uma rampa. Ou até se deparar com rampas que acabam em um degrau, e nessas horas se perguntar: “Onde estudou a criatura que projetou isso? Será mesmo que estudou?”

Ser cadeirante é ir à praia mesmo sabendo que cadeira + areia + maresia não são uma boa combinação!

Ser cadeirante é sentir ao menos uma vez na vida vontade de sentar no chão e jogar a cadeira na cabeça de outro ser humano que esqueceu a humanidade no fundo da gaveta de casa!

Ser cadeirante é ter que aprimorar os sentidos. Porque com a perda dos movimentos os braços precisam ser mais fortes, a audição mais aguçada que a do Super-Homem, ter a visão de uma águia, poder soltar o verbo a plenos pulmões, ao identificar já de longe a falta de acessibilidade na maioria dos lugares.

Ser cadeirante é “viver e não ter a vergonha de ser feliz”, mesmo quando as pessoas olham para a cadeira e já esperam ansiosas por uma historinha triste.

E se tudo isso não faz sentido para muitos, saibam que se as pernas e os braços não estão funcionando bem, o resto está!

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P.s: Gente! Adorei e ri muito ao ler esse texto! Daí quis trazê-lo para cá. E confessando que dei uma editada nele. Mas foi para torná-lo mais prazeiroso de ser lido. Vício de quem administra um blog coletivo faz tempo. Agora, os aplausos vão todos para a autora do texto! É genial até por mostrar a todos o óbvio! 🙂

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Dicró faleceu hoje. E na escolha de um vídeo para esse meu adeus, escolhi esse, onde agora esses três malandros irão se reunir novamente: Dicró, Bezerra da Silva e Moreira da Silva

Vá na Paz!

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