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Archive for the ‘Livros’ Category

Certa vez num fórum no Orkut uma pessoa reclamava de uma cena picante na novela das 9 horas por conta do filho de 7 anos também assistia junto com ela. Então eu disse: “_Desligue a televisão e vá ler um livro para ele. Pois ambos terão muito a ganhar.” E no dia de hoje, Dia das Crianças, é um grande presente que os Pais podem dar aos Filhos: dedicar um tempo e ler um livro para eles. Criar esse hábito salutar para todos.

Sou de uma geração que viveu de fato a infância. Tínhamos tempo para tudo: estudar, brincar, ver nossas séries favoritas na televisão, e ler bastante gibis e livros. Não digo isso numa de comparar se era ou não melhor que a infância de agora, mas sim porque não tínhamos pressa em nos tornar adultos.

Após um dia tão repleto de aventuras vivenciadas, buscar o sono ouvindo uma bela história era entrar num mundo imaginário meio que já adentrando no mundo onírico. O que irá refletir no nosso futuro de adultos. Bom demais em todos os níveis!

Sentar, abrir um livro, conhecer personagens, ideias, fatos históricos ou pura ficção, emocionar-se com situações e dilemas morais, viver outras vidas além da nossa. Livros são passaportes para a fantasia, autoconhecimento e descobertas sem fim.” (Alex Savier)

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Não posso deixar de registrar o centenário de um dos meus escritores preferidos: Jorge Amado. Adoro a narrativa contida em seus Livros. Ele mostrou um Brasil rico em pessoas, em cheiros (Sim, cheiros. Sem eufemismo.) e sabores. Dele, eu li quase todos os livros. Daí fica difícil para mim citar apenas um de seus livros. Decidi então citar dois.

Um deles seria “Capitães de Areia“. Por ser um livro atemporal. Lembrando que ele escreveu numa época sem internet – começo da década de 40 -, onde se faz uma pesquisa muito mais rápido. O livro traz uma riqueza de detalhes, e em problemas com os menore de rua, infratores ou não, que até nos deixa perplexos. Mais ainda que se trocarmos os capitães-de-areia pelos atuais meninos-dos-semáforos (sinais de trânsito) veremos que a realidade continua quase igual. E em ano de eleições, vale a pena a leitura!

A outra sugestão até por ele já ter falecido fica com um livro que quando eu terminei de ler, me veio lágrimas. Pode ter sido mais uma das minhas viagens, mas fiquei com uma forte sensação que era aquele final que o Jorge Amado queria para ele. O livro é “Pastores da Noite“. Leiam, e saberão o que é.

O artista se vai, mas a obra permanece! E Jorge Amado é sempre um presente para quem ama mais do que o país, ama o povo dessa terra! Salve Jorge!

A adaptação de qualquer obra de um autor é sempre uma violência, mas considero as versões de meus romances para a televisão muito positivas, porque levam a obra a milhões de pessoas que não leriam o livro.” (Jorge Amado)

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Pela Data, Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, trago um depoimento meu num fórum no Orkut com esse título: “Livro de Auto-Ajuda, Ajuda?“. Bem, o título do livro, eu memorizei. Mas o nome do Autor do livro, eu esqueci. E numa rápida busca pela internet, achei um outro de mesmo título. Bem, um dia o nome de quem escreveu, aparece. Até lá, o foco será no que ficou do conteúdo do tal livro.

Certa vez, em casa de um amigo, quando ele recebe uma caixa com 10 livros. Eram livros direcionados a cargos como o dele, que tinham que lidar com outros e em diferentes níveis: do peão a diretoria. Dei uma olhada em cada um, mas só um me chamou a atenção, como quis ler.

O título era: “Convivendo com Pessoas Difíceis“. Então pedi emprestado. Li. E não me pareceu tão óbvio assim. Gostei do toque do autor. Logo na primeira página, só pelo título desse primeiro capítulo, pensei em várias pessoas que teriam parado aí. Era: “Você é uma pessoa difícil”. Mas eu quis saber o porque disso. Nesse capítulo há uma seqüência onde ele conta uma história com um desfecho desagradável. Uma discussão violenta entre duas pessoas. Primeiro ele pede que analisemos o lance. O porque do agressor ter agido do jeito que agiu. Depois pede para pensar que esse que perdeu as estribeiras é alguém que você não tem a menor simpatia e então que faça outra análise do fato. Mas antes voltando a ler o texto com essa pessoa em mente. Mais adiante, pede para fazer o contrário, que coloque para esse mais exaltado, alguém que você goste muito e que pense no porque ele fez aquilo. Por último, que coloque você nesse lugar. E conclui pedindo para que você compare as análises que você fez. E nessa hora, a ficha caiu! Eu quase dei um tapa na testa, literalmente. Pois para cada um, eu fiz análises diferentes. Confesso.

Os outros capítulos mostram vários tipos de comportamento. Mas no capítulo final, ele diz que o único que realmente conta é o primeiro. Que ele fez os outros como mera ilustração. Na verdade, é como se fosse um livro de um único capítulo. Então ele conclui, dizendo que o que realmente importa é tentar ser imparcial; procurar ouvir o outro lado antes de tirar suas conclusões. E acima de tudo, evitar a agressividade.

A chave veio quando eu quis saber porque era eu a pessoa difícil, e não os outros.

Pois é ai que vem o óbvio: quem tem que mudar sou eu e não querer que os outros mudem. Mesmo eu tendo sido uma pessoa tolerante. De por várias vezes ouvir falas desse tipo: “Só você mesma para aturar fulano!”. Ou até de receber agradecimentos dos pais de amigos pela paciência, atenção e até carinho com seus filhos de “difícil convivência”. Acho que eu tinha mais paciência que eles, os pais.

Talvez, o livro tenha me mostrado algo que eu já aplicava inconscientente.

Faz tempo que li esse livro. E para mim, ajudou sim. A ser mais: paz, amor e humor, claro!!

Esse seria um livro indicado para muitos que participam de Fóruns nas Mídias Sociais. Já que o livro mostra como não tirar conclusões precipitadas. Como também em que ouvir o outro lado não custa tanto assim. E assim quem sabe elas encontre um “freiozinho” diante de situações conflitantes.

De qualquer maneira, o importante é ler muito. Até para melhorar a nossa redação 🙂

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Em Abril de 2008, tomei conhecimento de uma ideia bem legal! Era o “Perca Um Livro”. Onde traziam para o Brasil algo que já ocorria em outros países. O que transformava a ideia numa campanha internacional de incentivo à leitura. Consistia em “perder” um livro em lugar público para ser achado e lido por outras pessoas que então fariam o mesmo. Numa corrente para fazer do mundo inteiro uma livraria. E o que seria melhor: acessível a até quem não poderia pagar por livros. Em outras p0stagens, voltarei a essa campanha, mas poderão saber mais nesse tópico no Orkut: Perca um Livro. Na página seguinte por lá, eu postei sobre o BookCrossing (Troca de Livros, numa tradução ao pé da letra.), que acho eu onde essa iniciativa tomou forma. Fazer do mundo uma Biblioteca Viva.

O melhor de tudo que a ideia continua viva. Outros mais, também amantes dos Livros, não apenas participam, como também a colocam em prática. Agregando muitos num ponto único. É o somar para multiplicar o resultado. Como fez, e continua fazendo a Blogueira Luz de Luma. Cujo próposito é: “Sou livre! Não sou um livro perdido. Fui libertado para que outras pessoas tenham oportunidade de me conhecer. Leve-me com você, leia-me e liberte-me novamente. Participe dessa corrente! Acesse a internet e saiba mais bit.ly/IPnRf5” Mais detalhes desse evento, aqui.

Para algumas pessoas o ato de se ter perdido algo traz a conotação de se querer encontrá-lo. Mas partindo dai, o que encontrará é a certeza de que proporcionará uma aprazível leitura a alguém. Por conta disso, se faz necessário de que pelo menos aquele que perdeu ou libertou o livro, deixe um registro do mesmo. Como também um caminho para quem o encontrou, poder dizer. Agora, fora de um evento desse porte, só o fato de dar chance a uma outra pessoa ler um livro, e anonimamente, é muito bom!

Para esse, o lance será na escolha de um livro. Explico! Por ter ficado somente com uma estante pequena, onde livros, dvds, cds, barzinho… ficam reunidos, eu não posso mais ficar com muitos. Com isso o “Desapegue-se!” virou questão de ordem! E de tempo em tempo. Até porque, cadeirante e fazendo eu a faxina da casa, menos coisas é mais tempo livre para fazer outras coisas, inclusive blogar. Com isso, já me habituei em doar itens da casa. Em relação a livros, fiz uma limpa, recentemente. Assim, fui olhar qual outro mais poderia ir para outro leitor. É que além, é claro, dos livros que eu ainda não li, fiquei com uns que gostaria de reler. Escolha difícil!

E entre esses poucos que ficaram, o escolhido foi! O livro “Léo, o Pardo“, de Rinaldo Santos Teixeira. Um trecho na contra-capa: “Da parte que me toca, a minha primeira paixão tinha sido a Elisa, menina negra linda de cabelo solto ou trança, que trabalhava na casa da diretora da escola, a Dona Sirlene. (…) Certo dia, a Elisa me encantou: ‘Quero te dar um beijo de novela das oito’. ‘Como que é isso?’ ‘Eu coloco a minha língua perto do céu da sua boca, e você com a sua tenta desviar, se enrosca e tenta encontrar o céu da minha’. E a gente ficou nessa.”

Como essse evento o – 4º BookCrossing Blogueiro -, não estipula um local, eu fiquei com vontade de realizá-lo no condomínio onde moro. Mas para isso terei que mobilizar alguns para me ajudarem nessa empreitada, até porque há um prazo limite: dia 23 de Abril. Se eu conseguir, conto em outra postagem.

Como podem ver, a iniciativa de incentivar à leitura continua viva!

P.s: Em 24/04/2011. Deixei o livro no Arteplex (Antigo Espaço Unibanco de Cinema), no dia de ontem. Como podem ver na foto ao lado, eu o deixei na  beirada de uma jardineira. O local estava lotado. E olhando nos  comentários,  verão que  ele foi achado 🙂 Com isso, missão cumprida! Vou lá avisar a organizadora desse 4º Bookcrossing Blogueiro, a Luz de Luma.

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Uma brincadeira na internet deixava esse reflexão ‘Se eu fosse um livro seria…”. Dando asas a imaginação, até porque eu já me vi meio manual de instruções, quebra galhos… Resolvi citar um lado meu. Um jeito de ser que por vezes fica adormecido. Assim, se eu fosse um livro seria: Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes.

Para mim desde quando li lá na infância identifiquei-me com Dom Quixote. Muito mais do que qualquer dos Super Heróis com seus super poderes. Pois ele vivia uma fantasia sim, mas tinha ao seu lado – ou como seu outro lado – alguém a lhe dar um sentido de realidade. Isso sim que era ter um super poder. Um jeito de separar os momentos. Tipo: agora era hora dos deveres de casa (trabalhos da escola) do agora era hora de brincar.

Os dragões muita das vezes enfrentava nas brincadeiras com outras crianças. Até quando eu e alguns primos ajudávamos nossa avó (Gostava de passar férias com ela mesmo ela não tendo tv. Ou talvez, inclusive por esse detalhe.) a retirar caramujos, lagartas… na horta. Algo que logo virava uma aventura… E ela sorrindo ia cuidar de outros afazeres. Nos deixando ali combatendo aqueles animais…

Com o passar dos tempos Dom Quixote também ganhou um sentido maior para mim – um eterno romântico. Até não gosto quando é “retratado” como – o cavalheiro da triste figura. Porque acho que pesam muito esse lado que veem como sombrio. O sonhador, o romântico… sabe, ou melhor, prefere ver com outros olhos até o seu momento de dor.

Eu busquei por aprender a ler muito cedo por não querer ficar na espera de que alguém o fizesse. Claro que também gostava de ouvir histórias, mas tinha que esperar pela hora que os adultos iriam ler, contar… Sendo assim, muitos livros, autores caíram no meu gosto – um identificar-me. Monteiro Lobato foi o autor que para mim me fez abrir as portas da imaginação e levá-la junto comigo no mundo real. Em sua obra fiquei conhecendo muitas histórias, muitos personagens… como também me fez saber mais sobre eles… e entre eles: Dom Quixote. Como Monteiro Lobato para mim é uma Biblioteca, na escolha de um único livro, com um personagem em destaque, eu trago Dom Quixote.

E você, que livro seria?

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Fazê-lo parado fortalece a coluna,
de barriga para baixo estimula a circulação do sangue,
de barriga para cima é mais agradável,
fazê-lo sozinho é enriquecedor, mas egoísta,
em grupo pode ser divertido,
no WC é muito digestivo,
no automóvel pode ser perigoso…
Fazê-lo com frequência desenvolve a imaginação,
a dois, enriquece o conhecimento,
de joelhos, torna-se doloroso…
Enfim, sobre a mesa ou sobre a secretária,
antes de comer ou à sobremesa,
sobre a cama ou numa rede,
despidos ou vestidos,
na relva ou sobre o tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no roupeiro:
Fazê-lo é sempre um ato de amor e de enriquecimento.
Não importa a idade, nem a raça, nem o credo, nem o sexo,
nem a posição econômica…
Ler é um prazer!

Brincadeiras à parte… Abrindo um espaço para os Livros… Meus preferidos. Os lidos mais recentemente. Os não tão recentes assim, mas que ficaram na memória.

Leiam! Leiam bastante!

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